“OUTRO DIA eu estava no salão de cabelereira e ao folhear
uma revista, li esse texto, e me identifiquei muitíssimo com o mesmo.
Compartilho com vocês”. Leiam!!!
Quanto tempo gastamos nos preocupando em ser mais magras,
mais altas, mais ricas? Será que estou feliz por ser justamente a mulher que
vejo no reflexo? Claro que sou a favor de dar uma mãozinha à natureza. Mas
valorizo suficiente o fato de ser autêntica, única, diferente de todas as
outras? Porque ser uma mulher nos dias de hoje é se assumir com qualidades e
defeitos, falhas e sucessos. É conhecer a sua essência e bancá-la. Por isso,
exerça sempre seu direito de:
Assumir suas emoções, sejam elas positivas ou negativas.
Ser feliz mesmo quando seu dinheiro não conseguir comprar
tudo.
Acreditar que errar faz parte do aprendizado.
Sentir-se realizada no amor, ainda que sonhe com o Brad Pitt
e durma com o Shrek.
Não caber na fôrma.
Ser mais baixinha, mais gordinha, mais magrinha que a média.
Valorizar tudo o que já conquistou e parar de se apegar aos
fracassos.
Dar a volta por cima.
Não ter pressa em acabar com a insegurança.
Quanto mais aceitá-la, mais depressa ela vai embora.
Sentir-se linda de cabelo liso, ondulado, encaracolado,
crespíssimo. Mesmo que não seja original de fábrica.
Ter o pé no chão e analisar o que é possível.
Saber que nem todas as histórias terminam bem – nem
deveriam.
Sonhar muito alto, perseguir o sonho e não se sentir culpada
se não conseguir.
Ficar abalada quando uma amiga ou um namorado a decepcionam,
mas se recompor para descobrir o que pode aprender com o desapontamento.
Sempre querer ser a melhor, mesmo sabendo que, lá no fundo,
morre de medo de fracassar.
Saber que os outros gostam de você pelo que é, e não pelo
que consegue – ou não consegue – fazer.
Façamos a diferença, aprender a se amar incondicionalmente.
Em todo o tempo, a começar agora. Um Grande abraço!

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